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Retrospectiva 2008

Este foi um ano especial. Pra guardar na memória. Muitas mudanças, e acredito que todas pra melhor.

Na vida acadêmica, estou me formando em Ciências da Computação, depois de 8 anos de UFSC (4 na engenharia, 4 na computação).  Minha monografia foi defendida e aprovada com conceito 10, e deve virar um livro (mais informações em breve). Fui aprovado para o mestrado (também na UFSC), começo já no ano que vem. Estou muito feliz com os rumos da minha formação acadêmica e profissional.

Nos esportes, vi o Avaí, time pelo qual torço desde minha adolescência, finalmente conquistar a tão sonhada vaga na série A. Também neste ano, me associei ao clube. E pra completar a festa, o arqui-rival Brocolense F.C., caiu pra série B.

O ano de 2009 promete. Muito trabalho me aguarda, sem dúvida. Mas também muitas novidades que farão de 2009 um ano diferente, gerando bastante expectativa: entrar no mestrado, ver meu time na série A, pastor novo na igreja, vários projetos e oportunidades.

Seja muito bem vindo 2009!!!

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Parabéns pelo Acesso!

avaixbrocolis_sobe_desce Parabenizo aos torcedores do Brocolense Futebol Clube pelo primeiro acesso á série B sem invasão festiva, sem briga judicial, sem tapetão! Foi na raça, pela porta da frente, e até com uma vitória sobre o “campeão de tudo” Internacional. Realmente devem comemorar!

PS: Continuem achando que ano que vem vai ser fácil. Uma vaga já é de vocês, podem contar com isso. Repetindo o erro desse ano (salto-alto) o ano que vem será ainda mais divertido para nós, Avaianos 😀

Pra comemorar o feito, vou colocar algumas das melhores fotos e montagens que encontrei/recebi sobre a rivalidade “Avaí x Figueirense” neste post.

Confira!

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Mais um Avaiano!

Doutor, eu não me engano! O Obama é Hawaiano!!!

Doutor, eu não me engano! O Obama é Hawaiano!!!

Me associei ao Avaí hoje! 😀

Depois de uns 10 anos de torcida, sem nunca ter visto o Avaí ser campeão mas a cada ano inexplicavelmente mais Avaiano, resolvi me associar.

Vamos subir Leão!

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Preconceito de quem?

Está rolando nos veículos de comunicação Globais uma polêmica sobre um jornalista da delegação norte-americana que está no Rio para o panamericando, que teve uma foto publicada onde aparece a frase “Welcome to the Congo!” escrita em um quado atrás dele.

AGENCIA O GLOBO

Veja algumas das notícias publicadas:
» Prefeito diz que americano mereceu punição
» Americano é afastado dos Jogos após gafe
» Americano pedirá desculpas por gafe
» Dirigente americano esquiva-se de polêmica
» Cesar Maia ironiza preconceito de americano
» Americano comete gafe no Riocentro
» Tire suas dúvidas sobre Brasil e Congo

O cidadão estadunidense já foi despachado pra casa, e notas de retratação da delegação e dele próprio foram divulgadas. Desde o começo ele afirma que não foi ele quem escreveu, e que a frase foi escrita em referência ao calor que fazia no local (obs: uma sala alugada pela delegação norte-americana, não uma sala do pan) antes que os ar-condicionados fossem ligados.

Quem me conhece sabe que eu estou longe de ser um defensor de norte-americanos e de como eles encaram o resto do mundo. (E se alguém afirmar que me viu numa festa de 4 de julho, fui coagido a ir, ok? 😛 Foi pela família, não pelo 4 de julho!). É fato que a brincadeira foi desnecessária. Mas tudo leva a crer que não é nada mais que uma referência ao calor do Congo mesmo (que tem clima semelhante ao norte brasileiro, sempre quente). Por isso, as perguntas:

  1. A imprensa (ok, o lado global da força) não está sendo preconceituosa com o norte-americano, julgando que ele quis dizer algo mais do que ele diz que quis dizer?
  2. Ok, vamos supor que ele quis dizer algo mais. Tudo que algum jornalista global pensou como algo mais não seria uma visão preconceituosa das reportagens globais contra o Congo? Alguém parou pra pensar como eles (?congonenses?) estão encarando o fato de alguém usar o Congo como referência ser algo tão ofensivo?

Resumindo, eu não suporto a visão típica da ?maioria? (a que aparece mais, pelo menos) norte-americana com relação ao resto do mundo. Mas suporto menos ainda mídia sensacionalista e preconceituosa. O norte-americano, que como bom jornalista devia ter aprendido que quanto caiu na rede nínguem segura, pagou caro por deixar ser fotografar assim. Pena mesmo, tenho do pessoal do Congo.